Please enable JavaScript to view the comments powered by Disqus.

Bullet inclui novas regras e atualiza seu Código de Ética e Conduta

Redação | 05 de Novembro de 2018 - 14:59

  A Bullet completa dois anos da implantação de seu Compliance e, mantendo o compromisso com a ética e a transparência, compartilha com colaboradores e parceiros importantes inclusões e atualizações em seu Código de Ética e Conduta. Refletindo a postura da agência em relação a importantes assuntos, as atualizações incluem temas fundamentais como a Lei Geral de Proteção de Dados, assédio moral e sexual, fraudes e corrupção, entre outros.

“É muito importante e primordial que todos zelem pelo ambiente que compartilhamos. Nosso compromisso é mostrar que se afeta um, afeta todos. É preciso respeitar a liberdade individual, as opiniões e a conduta ética da empresa. Quando isso é posto em jogo é dever de todos acionar os canais de denúncia”, comenta Adriana Ribeiro, COO da Bullet.

Entre as principais atualizações estão itens como doação e patrocínio a partidos políticos que, antes prevista no código, foi extinta e os recursos da empresa não poderão ser utilizados para esse fim. Sobre assédio moral e sexual, foram incluídos conceitos sobre como se configura cada um deles, tornando mais clara a definição e ajudando a identificar uma possível má conduta. Quanto ao canal de denúncias, fica instaurado que a empresa não permitirá nenhuma forma de retaliação contra ninguém que participe de qualquer investigação em caso de violação real ou potencial do código vigente.

No que se refere à Lei de Proteção de Dados, a partir de agora o código prevê que agência e pessoas vinculadas têm ciência da Lei e comprometem-se a respeitar o tratamento de dados pessoais. Com isso, devem comprometer-se a agir de forma cuidadosa no que se refere ao uso, recepção, processamento, distribuição, armazenamento e transporte de informações. Além disso, em boas práticas e relação com fornecedores, uma nova cláusula aborda a necessidade de uma contratação transparente e idônea, na qual fornecedores devem seguir as regras e os procedimentos internos da agência.

Já em relação a conflitos de interesse, a Bullet passa a considerar expressamente proibida a constituição de sociedade entre profissionais da agência e prestadores de serviço ou fornecedores, que atuem no mesmo segmento. Sobre a contratação de familiares, só será permitida desde que não haja nenhum nível de subordinação hierárquica, direta ou indireta.


Adriana Ribeiro e Vivian Timóteo