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Marcelo Pallotta lançará livro sobre os cartazes de cinema criados por ele

Redação | 05 de Julho de 2017 - 10:00

Lembrar de um grande filme muitas vezes é lembrar do seu cartaz. Ele resume um pouco o espírito daquela obra sem, no entanto, entregar elementos que só a história e seu decorrer devem apresentar. É um elemento lúdico e colecionável. No cinema brasileiro, pensar nos cartazes de filmes como Cidade de Deus, Diários de motocicleta, Trinta e À deriva, dentre outros, é falar do trabalho do designer gráfico Marcelo Pallotta. No livro Cartazes, Pallotta costura histórias e imagens do cinema brasileiro. O prefácio é assinado por Fernando Meirelles e Ana Muylaert.

Estão na obra mais de 15 anos de trabalho de Pallotta, com estudos para a composição final dos cartazes e comentários dos diretores de cinema sobre seu trabalho. A campanha de financiamento coletivo está disponível em: https://partio.com.br/projeto/cartazes-de-cinema. As contrapartidas vão de um exemplar do livro até o criação de um cartaz de longa metragem pelo artista (cota denominada Para quem faz cinema).

O designer enfatiza que para muitas pessoas, o cartaz é a primeira imagem que uma pessoa tem em mente quando pensa em um filme. Em seu livro Cartazes , busca responder a algumas perguntas: por que, afinal, o cartaz é tão simbólico para um filme? Como resumir uma obra cinematográfica, tão repleta de imagens, em uma única imagem? Folhear as 250 páginas e passear pelas criações dele é um verdadeiro deleite para quem gosta da sétima arte. Em especial, para quem adora cinema brasileiro.

Marcelo Pallotta é designer gráfico especialista em cinema. Em 2006, junto com Eduardo Rosemback (dir. mkt Disney), fundou a MOOVIE - a primeira empresa especializada em gestão de comunicação de cinema. Autor dos cartazes de alguns dos mais importantes filmes nacionais como Cidade de Deus, Carandirú, O Invasor, Diários de Motocicleta, O Ano em que meus Pais Saíram de Férias, O Passado, Chega de Saudades, À Deriva, Serra Pelada, Faroeste Caboclo, e mais recentemente o premiado Que Horas Ela Volta?" além de mais de uma centena de outros. Criou também mais de 20 trailers de filmes como "Noel, Poeta da Vila", "A deriva", "A mulher invisível", "Através da Sombra" , "Eu, Verônica" entre outros. É de sua autoria aberturas de longas como "Carandirú", "É proibido fumar", "Ação entre amigos" entre outros. Desenhou os livros de cinema "Carandirú,registro geral" e o "O Passado" , ambos para Hector Babenco. Participou da exposição no MAM, "fronteiras do design", e da II Bienal de design iberoamericana, em Madri.