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PALESTRA EM BRASÍLIA DISCUTIRÁ O ASSÉDIO DENTRO DO MERCADO DE COMUNICAÇÃO

Redação | 05 de Outubro de 2018 - 14:29

“Hostilidade, silêncio e omissão” apresenta números para mostrar de onde vem o assédio moral e sexual no ambiente de trabalho

   O resultado da pesquisa “Hostilidade, silêncio e omissão: o retrato do assédio no mercado de comunicação” será apresentado em Brasília por duas integrantes do Grupo de Planejamento (GP), Ana Cortat e Lara Thomazini. O bate-papo acontecerá no dia 16 de outubro, a partir das 19h, na Cervejaria Criolina e será aberto aos profissionais de comunicação, diretores, gestores e donos de agência. A inscrição é gratuita.

O estudo realizado pelo Grupo de Planejamento de São Paulo em parceria com o Instituto Qualibest foi lançado em novembro de 2017. Um dos objetivos era retratar os problemas de assédio no mercado de comunicação do país para auxiliar na construção de ambientes de trabalho mais saudáveis.

“Tínhamos ideia de que a questão do assédio era um grande problema de nossa indústria. Mas, quando conseguimos quantificar esse problema e transformar a percepção em números concretos, fica mais fácil conscientizar as lideranças e começar a planejar as maneiras de coibir essas práticas que são culturais e tão prejudiciais a toda a sociedade”, diz Ana Cortat, conselheira administrativa do Grupo de Planejamento.

Com o objetivo de realizar ações para mudar essa realidade no mercado de comunicação, em Brasília, é que a empresa Nosotros Live Marketing decidiu discutir o assunto entre os profissionais e donos de agências. “Esse estudo trouxe uma luz para uma realidade que é amplamente conhecida, mas pouco discutida”, afirma Romualdo Lopes, sócio-diretor da Nosostros.

A pesquisa serve como um ponto de partida para a discussão do tema e para a conscientização de que esses problemas são reais e, infelizmente, muito comuns na realidade de agências, de redações e de outros ambientes de trabalho dos profissionais de comunicação. “A toxidade do ambiente de trabalho e das relações no mercado de comunicação precisa acabar. Esse tema precisa ser debatido entre todos”, explica Romualdo.