Please enable JavaScript to view the comments powered by Disqus.

Raul Gil recebe prefeito de São Paulo João Doria

Redação | 09 de Setembro de 2017 - 07:00

No programa deste sábado, 09 de setembro, Raul Gil recebe o atual prefeito de São Paulo, João Doria, que responde questões feitas por Val Marchiori, Thammy Miranda, Ciça Camargo e Lola Melnick.

Doria fala sobre sua trajetória até chegar a prefeito de São Paulo. Afirma que não é um político e sim “está na política” e conta as dificuldade de gerenciar a cidade que ele denomina ser um país “Eu sabia que não era uma coisa fácil. Não é fácil ser um gestor de uma cidade Estado. São Paulo é um país”, declara.

Confira algumas frases do quadro:

“É exatamente como eu imaginava. Eu sabia que não era uma coisa fácil. Não é fácil ser um gestor de uma cidade Estado. São Paulo é um país” (se foi mais difícil do que imaginava ser prefeito de São Paulo)

“Não sou político, respeito os políticos. Eu estou na política para fazer gestão, fazer administração. Eu faço isso primeiro descentralizando a gestão com colaboradores capazes, com um bom time. Às vezes os políticos não têm esse hábito de formar bons times”

“Não pode o Brasil continuar sendo um exemplo de corrupção, tem que ser um exemplo de correção e não de corrupção”.

“É preciso proteger a Mata Atlântica, é preciso proteger a floresta brasileira. Ela é um ativo do Brasil para o mundo. É preciso ter uma vigilância maior e mais tecnologia porque é impossível fazer fisicamente por terra ou pelos rios a vigilância sobre a região Amazônica como um todo. É preciso ter tecnologia, satélites que possam identificar e um investimento melhor na proteção” (sobre Temer ter assinado um decreto que extingue reserva na Amazônia e libera mineração no local)

“Não dá para fazer tudo. Sei que eu tenho um déficit familiar. Gostaria de poder conviver mais com meus filhos, com a Bia minha esposa e também com os meus amigos. Mas é uma opção” (sobre trabalhar demais. Acordar cedo e chegar tarde em casa)

“Não é hora disso ainda. É hora da gente cuidar da administração. Ele (Geraldo Alckmin) da gestão no governo do Estado de São Paulo e eu na gestão recém iniciada na prefeitura de São Paulo” (se pensa em se candidatar a presidente do Brasil)

“Eu não tomei uma decisão apressada, tomei uma decisão corajosa. Coragem não me falta” (sobre ação na cracolândia)

“Não houve disparo de nenhum tiro, não houve nenhum acidente, ninguém ficou ferido. Prendemos 58 traficantes que estavam lá, prendemos um chefe de tráfico, 311 armas, 110 quilos de cocaína” (também sobre ação na cracolândia)

“Eles ainda estão presos. Ninguém foi solto, vão responder ao processo em prisão” (sobre os que foram presos em ação na cracolândia)

“Começamos um programa de acolhimento às pessoas que são usuárias. Já fizemos 1311 internações voluntárias” (sobre os retirados da cracolândia)

“Esse shopping center (de drogas) acabou. Isso aí acabou, não tem mais. Enquanto eu for prefeito de São Paulo, não vai ter mais. E não há facção criminosa que vai me intimidar. Aqueles que são traficantes e bandidos vão para cadeia” (sobre a cracolândia)
“Foi sim, pois é uma questão humanitária e ao mesmo tempo é uma questão de segurança” (se ação na cracolândia foi o maior problema enfrentado desde que começou sua gestão)

“Nossa maior vitória foi sim na saúde” (sobre o programa Corujão da Saúde)

“Acredito que ele precisa aumentar a frequência no psiquiatra. Ele está precisando aumentar a frequência de suas consultas ao psiquiatra. É isso que penso dele” (sobre Ciro Gomes, que fez críticas ao atual prefeito).