A distância entre a especulação e os fatos
A Secretaria de Estado de Publicidade Institucional do Governo do Distrito Federal respondeu a vários questionamentos sobre a licitação que está em andamento para contratação de agências de propaganda para atender a conta do governo. Isso para mostrar a todos que o processo está sendo realizado com a máxima lisura e legalidade.
Questionamentos apresentados até o dia 9 de fevereiro foram respondidos pela Secretaria, como parte da transparência adotada por essa administração na intenção de tornar os procedimentos mais claros.
Perguntas como “As peças de materiais de panfletaria como folder, encarte ou folheto podem ser apresentadas em forma de boneca?”, “Se os esclarecimentos estariam disponíveis no site do governo?”, além de dúvidas sobre briefing, valores de produção de materiais e finalização de peças criadas para ‘não mídia’ foram respondidas e postadas no site do governo para garantir democracia e publicidade a todo o processo licitatório.
Boatos são sempre especulações, e elas não devem interferir em decisões formais, técnicas e avaliativas quando se trata de um processo burocrático e legal. É o caso dos ataques enfrentados pelo governo com relação às prováveis agências vencedoras da concorrência pública.
A Propeg Comunicação e a Agência Plá estão sendo citadas como sendo duas das três agências que vencerão o processo. Também estão sendo apontados servidores do primeiro escalão do governo Agnelo, envolvidos em operações e inquéritos que estão sendo apurados, mas até o momento nada se provou e o benefício da dúvida dever ser aplicado como regra geral a tudo, e garantido como um princípio básico da democracia.
Claudio Monteiro, até onde sabermos e conhecemos, é um homem sério, funcionário de carreira do governo e rígido cumpridor de suas obrigações como é conhecido nos corredores do Palácio do Buriti. Dispensa comentários, até mesmo porque ao mercado publicitário interessa saber que ele não está ligado ao processo de licitação tratado, cabendo somente à comissão formada por meio legal esse trabalho e responsabilidade.
Outro nome supostamente envolvido fora o de Marcello de Oliveira Lopes, o “Marcelão”. O que apuramos é que Marcello é Servidor do GDF, com formação em Administração e pós-graduação em Marketing, herdou a Agência Plá e para seguir sua carreira pública, optou por entregar sua parte para sua esposa, que é da área de propaganda, que divide a direção com sua irmã, Andrea Lopes, o que faria todo brasileiro empreendedor. Marcello é uma pessoa íntegra, batalhador e trabalhador. Não é porque uma pessoa escolhe seguir carreira pública e sua família tem negócios que as coisas passam a ser vistas em desacordo com o que é certo, “não é assim que a banda toca”!
A Plá e a Propeg são agências reconhecidamente criativas, bastante premiadas, geradoras de emprego e tem participação em várias licitações, com histórico criativo capaz de atender tanto grandes contas públicas como contas privadas.
Segundo Pâmela de Castro, da agência Plá, “muitas vezes atender contas de governo não se convertem em grandes e imediatos lucros. A conta da CEB, por exemplo, atendida pela agência, não rendeu o equivalente gasto mensalmente com impostos e pessoal. Não é fácil administrar, mas a paixão e a minha inclinação para a propaganda muitas vezes me animam para encarar desafios.” Pâmela acredita que contas assim são mantidas por ser importante para o portfólio da agência. Já Andrea Lopes teve problemas de saúde no ano passado em decorrência do desgaste com demandas judiciais para que a Terracap cumprisse o contrato com a Plá. A Agência venceu essa concorrência e fechou contrato em 12/12/08, no governo anterior ao de Agnelo Queiroz.
Nós da publicidade defendemos nosso mercado e apontamos falhas quando preciso, sempre visando o benefício de uma classe inteira. No momento em que estamos com uma licitação dessa magnitude em andamento, nossa função é alertar e blindar o governo como grande anunciante que reconhecidamente é. Essa conta – embora questionada pelo blog pela escolha de 3 agências quando gostaríamos que fossem 5 beneficiadas – é muito importante para nosso meio! Gera renda, movimenta empresas que aquecem a indústria da propaganda de Brasília, gera emprego e abre portas para que pequenas empresas possam se estabelecer e sair do anonimato.
Temos que defender o mercado da propaganda, que é responsável por exportar talentos, dar oportunidades a jovens formandos, gerar impostos que são aplicados em nossa cidade, às vésperas de sediar jogos da Copa do Mundo, em 2014.

março 30th, 2012 - 20:28
Prezado Sr. Fernando!
Ao ler o seu post sobre esse assunto fiquei muito feliz em ver que existem pessoas que se importam realmente com Brasília e o mercado publicitário local. Está passando da hora de se acabar com essa “falação” a cada processo licitatório em Brasília. É sempre essa mesma ladainha! E sempre ganham as melhores! Ou somente agências de fora de Brasília são honestas e capazes de atender ao GDF ou Governo Federal??? TEMOS QUE ACABAR COM ISSO!! Tem sempre isso de “amigo de fulano”, “indicado politico de sicrano”, e ao fim dos certames, o resultado é lícito e ganham as melhores propostas e preços!
Tem um ditado popular que diz: “Brasileiro quando faz sucesso e fica rico, é discriminado e invejado (negativamente, claro!)”. Nos países desenvolvidos, as pessoas que fazer sucesso são respeitas e palestram para escolas, faculdades e empresas. Aqui não! É ao contrário! Steve Jobs no Brasil estaria preso ou seria alvo de alguma CPI, pois ficou bilionário! Fazer sucesso não é crime! Crime é a injúria!
Veja os casos das agências Propeg e Plá! Duas das melhores agências de Brasília sendo alvo de críticas e factóides de alguns imbecis, que não conhecem nada do mercado publicitário e que se intitulam reis da verdade ou cavalheiros da lei! Caso essas agências venham a ganhar o certame do GDF, o GDF é que vai ter a sorte de ser atendido por essas duas grandes agências, de nivel nacional, assim como as atuais, que sempre prestaram um grande serviço ao Governo. Esse processo, pelo que fiquei sabendo, foi todo aprovado pelo TCDF. Estaria o TCDF sendo cúmplice de tramóias??? Estaria o TCDF cego para certames “marcados”?? Duvido muito!!! Exemplo disso foi o bloqueio da licitação para o Aniversário de Brasília na data de hoje!
Que o mercado publicitário de Brasília seja respeitado e que se levante contra pessoas que se posicionam acima das leis e regras, pessoas que expõem opiniões que ferem sentimentos pessoais e profissionais, e se esquecem que levantar o falso testemunho pode ferir com a integridade de familias, filhos e seres humanos que trabalham todos os dias buscando fazer o melhor!
Um grande abraço!